Hack in Debt: hackathon organizado pela Intervalor propôs desafio para melhorar o panorama da inadimplência no Brasil

Nos dias 21 e 22 de outubro, aconteceu o Hack in Debt, o primeiro hackathon do Brasil com foco em inadimplência no Ahoy! Berlin, espaço de coworking e inovação em São Paulo. Promovido pela Intervalor, em parceria com a CMS e com patrocínio da TIM, a maratona de desenvolvimento que teve 30 horas ininterruptas de duração, contou com a participação de 70 participantes organizados em 15 grupos.

Durante o desenvolvimento dos projetos, os participantes contaram com mais de 25 profissionais com experiência de mercado para orientá-los a respeito dos problemas que levam as pessoas a se envolver em dívidas. Houve uma palestra da economista-chefe do SPC, Marcela Kawauti, que subsidiou os hackers com informações sobre a grande quantidade de consumidores em situação de inadimplência no país, além das oficinas de pitch com Camilla Lopes, COO do Mediação Online e marketing digital, ministrada por Mitikazu Lisboa, da HIVE. Os projetos foram apresentados a uma banca de 7 jurados, composta por Luis Carlos Bento (CEO Intervalor), Rafael Roldão (Bertelsmann), Barbara Telles (founder do 99 jobs), Cristiano Vieira (TIM), Fábio Barbosa (KPMG), Rodrigo Ribeiro e Pablo Salomone (CMS People).

Os três grupos finalistas, tiveram a oportunidade de fazer um pitch no CMS Business Revolution (23 e 24 de outubro), onde também foram anunciadas as colocações de cada um.

O projeto vencedor é um APP chamado “Kitle”, que oferece um recurso de chatbot, desenvolvido a partir de inteligência artificial. Ele analisa o orçamento mensal do usuário e orienta em relação à viabilidade de uma compra, melhores datas para o gasto e parcelamento mais vantajoso. O grupo idealizador do Kitle, composto por Guilherme Furlan, 22 anos, Mariana Tostes Lourenço, 23 e Nayana Holanda de Abreu, 25, ganhou como prêmio uma viagem ao Vale do Silício, onde visitarão startups e empresas inovadoras.

O projeto que ficou com a 2ª colocação é um APP chamado Poupe, voltado para o controle do orçamento familiar, onde os membros de uma família se organizam financeiramente para alcançar objetivos em comum, como a compra de móveis, viagens e reformas. Já o 3º colocado é uma plataforma que recebeu o nome de Piggy Bank, voltada para o mercado educacional, que por meio de gameficação reverte o desempenho dos universitários e o pagamento pontual das mensalidades em uma espécie de moeda virtual, que pode ser trocada por novos cursos, descontos ou até emprestada a um amigo inadimplente.

“Acreditamos que nossa iniciativa tem também um caráter social. A inadimplência é um problema que atinge uma enorme parcela da população brasileira, e enquanto empresa relacionada ao segmento financeiro queremos contribuir com soluções para amenizar esse panorama. A Intervalor tem um forte viés tecnológico e temos a convicção de que a tecnologia pode ser uma forte aliada nesse processo”, relata Luís Carlos Bento, CEO da Intervalor.

“Estamos muito orgulhosos com o resultado do Hack in Debt. Tínhamos grandes expectativas em relação ao evento, mas posso afirmar que todas elas foram superadas. ”, afirma Phelipe Alvarez, diretor de Marketing e Vendas da Intervalor. “Foi uma experiência que agregou muito a todos os envolvidos. Pretendemos promover outras iniciativas como essa”, complementa.

Por ter um grande impacto social, o desafio proposto pelo Hack in Debt ganhou visibilidade nos meios de comunicação. O jornal Hora 1, da Globo, acompanhou os finalistas horas antes da premiação e conversou com o CEO da Intervalor, Luis Carlos Bento:

http://g1.globo.com/hora1/edicoes/2017/10/24.html#!v/6238814

Já a Folha de S.Paulo conversou com os integrantes do grupo Kitle, vencedor da competição:

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/11/1933106-jovens-desenvolvem-aplicativos-para-ajudar-endividados.shtml